quarta-feira, 26 de novembro de 2008

A ORIGEM DA MAÇONARIA

No início de sua história, a Maçonaria, só admitia em seu seio os que praticavam a arte da construção. Era a época das grandes catedrais, das pontes, das cidades "modernas" . A arquitetura, então, era considerada uma arte real porque tinha a simpatia da nobreza, e uma arte sagrada porque a maioria de seus obreiros se empenhavam na construção de templos destinados ao culto de Deus.
Mas, para muitos, a origem das sociedades secretas de construtores, chamadas Guildas, na Europa (que atingiu seu auge no século XVIII), está vinculada à criação, em 1.118, da Ordem dos Templários (Soberana Ordem dos Cavaleiros do Templo de Jerusalém), a mais importante ordem religiosa militar de todo o período medieval. Sua função seria garantir a guarda dos lugares santos da Palestina (as cidades onde Jesus tinha vivido) e proteger os cristãos peregrinos . Os cavaleiros da Ordem obedeciam a regras bastante rígidas: faziam voto de castidade, pobreza e obediência, assumiam o compromisso de aceitar combates em que um único templário enfrentaria até três inimigos.
A Ordem dos Templários estava dividida em três classes: a dos Clérigos ( formada por sacerdotes), a dos Irmãos Leigos (que serviam como escudeiros) e a dos Cavaleiros (os soldados, a força combatente). Os cavaleiros tinham, obrigatoriamente, origem nobre, e cabia a eles governar a instituição.
Como única força militar organizada da época, os Cavaleiros do Templo formavam também o contingente dos exércitos europeus. Iam para as Cruzadas (missões militares que pretendiam transformar a Palestina em território cristão) e traziam muitas riquezas do Oriente. Além disso os Templários revelaram-se hábeis negociantes, e souberam beneficiar-se da necessidade que os governantes tinham de seus serviços transformando-se, em pouco tempo, em donos de uma incalculável fortuna em ouro. Províncias inteiras foram colocadas sob sua guarda, e os templários acabaram por se tornar verdadeiros "senhores do mundo" , livres do pagamento de impostos e subordinados apenas ao papa.
Ao mesmo tempo, os templários enviavam trabalhadores cristãos para a construção de estradas, pontes, igrejas e fortalezas no Oriente. Mas, apesar de todo o seu poder, a Ordem dos Templários teve vida curta. Seu ouro despertava a cobiça de muitos reis, e, no início do século XIV, Felipe, o Belo, rei da França, em acordo firmado com o papa Clemente V, instaurou um severo processo contra os templários. Como pretexto, utilizaram as cerimônias iniciáticas da Ordem, classificado-as como heréticas (contrárias à religião católica). Acusados por práticas demoníacas, feitiçaria e adoração de ídolos, cerca de 15 mil templários foram condenados a morte nas fogueiras da Inquisição entre eles seu mais famoso líder Jacques de Moley, enquanto Felipe apossava-se de todos os seus bens. Embora oficialmente extintos, os templários não deixaram de existir. Os trabalhadores enviados para as construções no Oriente voltaram para a Europa trazendo em sua bagagem uma série de novos conhecimentos que influenciaram os construtores europeus. Agruparam-se em corporações chamadas Compagnonnage (Companheirismo, em francês) e por uma série de afinidades, principalmente profissionais, aproximaram-se das Guildas. Quando esses grupos uniram, mesclando seus conhecimentos e suas tradições, nasceu a chamada Maçonaria Operativa , que mais tarde viria a se tornar a Maçonaria Moderna.
No final do século XVI, as tendências filosóficas mais liberais ganhavam força em toda a Europa. As ciências naturais, a indústria e o comércio evoluíam como nunca acontecera antes. Com todo esse avanço, os segredos de construção - até aquele momento muito bem guardados pelos membros das Guildas - estavam ao alcance de todos. Dessa maneira, as organizações formadas pelos francomaçons (construtores livres) perdiam seu sentido. Então, para se renovar e recuperar forças, a Maçonaria abriu suas portas a qualquer homem de bem que nela desejasse ingressar. É nesse momento que nasce a Maçonaria Moderna, chamada de especulativa ou filosófica. Nela, ingressam artistas, filósofos, enfim, livres-pensadores de todo o mundo, que passam a ser conhecidos como maçons aceitos.
É em Londres, em 24 de junho de 1.917 que se forma a primeira Grande Loja Maçônica do mundo. Exatamente na Inglaterra, berço do Protestantismo, onde o rei Henrique VIII erguera-se contra o Vaticano fundando a Igreja Anglicana. Por esse motivo, grande parte dos maçons aceitos era protestante, e, no ano de 1.723, quando é promulgada a 1ª Constituição Maçônica ( elaborada pelo reverendo anglicano James Anderson), a Maçonaria concede a seus integrantes liberdade de culto, exigindo apenas a crença em um deus único: "O Grande Arquiteto do Universo".
A reação da Igreja Católica contra essa liberalidade demorou quinze anos, até que o papa Clemente XII, em documento oficial, acusa os maçons de heresia e ameaça os fiéis que se aproximassem da Ordem com a excomunhão. Nos países católicos, como Itália, Portugal, Polônia e Espanha, muitos maçons são perseguidos pela Inquisição e condenados à morte.
Diante desse quadro, os maçons não tiveram outra alternativa senão começar a agir secretamente. Seus encontros passaram a acontecer em desertos pátios de igrejas, altas horas da noite. E, mesmo assim, eles não deixaram de atuar na sociedade em que viviam, mantendo em segredo sua condição de maçom. Um grande número deles ingressou na política e participou de lutas sociais, sempre na defesa das causas libertárias e progressistas. Influenciaram episódios importantes como a Revolução Francesa ( no século XVIII ) a independência dos Estados Unidos e de muitos países da América do Sul, em cada país, em cada cidade, instalou-se uma loja maçônica. E seu ideal de Igualdade, Liberdade e Fraternidade - o lema da Revolução Francesa - nunca mais deixou de fazer eco em todo o mundo.
A história da Maçonaria no Brasil confunde-se com a própria história do país. Desde que a primeira Loja Maçônica brasileira foi fundada em Salvador, Bahia, no ano de 1.724, os maçons passaram a influenciar, com seus ideais de liberdade e igualdade, os mais importantes episódios políticos nacionais.
Na abolição da escravatura, por exemplo, os projetos de Leis que antecederam a Lei Áurea ( que viria a acabar definitivamente com a escravidão negra) foram todos de autoria de políticos maçons. A "Lei do Ventre Livre" , que determinava que toda criança filha de escravos nasceria livre, foi apresentada pelo Visconde do Rio Branco e apoiada por José Bonifácio, ambos maçons.
Além disso, a Maçonaria teve influência decisiva na luta pela Independência. O primeiro grande movimento libertário nacional, a Inconfidência Mineira, foi liderado por Tiradentes, que pertencia a uma loja maçônica de Minas Gerais. E, em 1.822, quando o Brasil tornou-se de fato independente de Portugal, os principais articuladores da libertação, José Bonifácio e Joaquim Gonçalves Ledo, além do próprio D.Pedro I, eram maçons.
Aliás, a história da Independência foi um pouco diferente daquela narrada pelos livros de escola: D. Pedro I tinha sido iniciado na Loja Maçônica Comércio e Artes nº 1, do Grande Oriente do Brasil, no Rio de Janeiro, no início de agosto de 1.822, e no dia 20 desse mesmo mês os maçons reuniram-se para redigir um documento de declaração de Independência do país. Enquanto isso, D. Pedro estava em São Paulo. O mensageiro enviado pelos maçons para entregar o documento ao imperador demorou um pouco a encontrá-lo, de modo que a Independência só foi oficialmente proclamada no dia 7 de setembro.
Os maçons sempre foram alvo de perseguições, uma vez que sempre defenderam as eleições livres e diretas, além de se manifestarem a favor de uma distribuição de terras mais justa (reforma agrária) e da liberdade de todos expressarem suas opiniões.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

LOWTONS



A adoção de Lowtons é uma instituição Maçônica que embora não se possa precisar, exatamente, o seu início, é uma instituição muito antiga. Tem pelo menos mais de 250 anos.
Homens de destaque na história mundial, foram adotados, como George Washington que por isso foi iniciado na Maçonaria aos 20 anos.
Essa prática consiste em colocar o filho do Maçom, ainda na influência, sob a proteção e a orientação de uma Loja, que assume o compromisso de ampara-lo e prepará-lo para a vida adulta, dentro dos princípios morais, éticos e libertários da Maçonaria.
O trabalho das Lojas Maçônicas deve ser voltado às origens da cerimônia de Adoção de Lowtons, no seu significado da palavra Lowton e no alto conteúdo simbólico do ritual de adoção, mostra que essa prática tradicional tem que ser mantida e que as Lojas devem considerar a necessidade de orientação dos Lowtons.
As Lojas devem se preocupar em colocar em prática, ações que visem resgatar os valores humanos, que é um dever do Maçom consciente de seu papel social e não vegetativo. E a semente dessas ações é a adoção de Lowtons.
A adoção de um Lowton é a preparação do seu futuro de uma Loja. Pré-iniciados os jovens, que devidamente assistidos e cuidados, certamente serão os maçons de amanhã.
Mas o que é o Lowton, no Brasil e no resto do mundo?
Um LOWTON é um filho de Maçom com idade entre 7 e 17 anos, que a Loja Simbólica adota, simbolicamente, assumindo com ele a responsabilidade na eventual falta do pai.
Para proteger os jovens dos males da sociedade, esclarecendo-os e ajudando-os a serem os bons cidadãos do futuro, preparando-os para a maçonaria, para que não se quebre a cadeia de bem, os livrando da destruição do mal.
Até a alguns anos atrás, o Lowton era adotado pelas Lojas e pronto. A não ser nas cerimônias abertas ao público, que é permitida a presença de não maçons, ou então em congraçamentos e festividades, o menino raras vezes tomava contato com a Maçonaria.
Hoje dedicamos a esses meninos a continuação dos estudos, dedicando-lhes tempo para orientações cívicas e culturais.
Na certeza de que a Maçonaria deve ter um papel relevante junto à sociedade, podemos perfeitamente renová-la ao longo do tempo. Assim desencadeamos este projeto junto aos Lowtons, mostrando que é perfeitamente viável fazer-se alguma coisa em prol dos jovens, da própria Maçonaria e em longo prazo, do país.
Interessante foi que percebemos, após algumas reuniões, que o projeto poderia ser ampliado. Além das instruções poderíamos transmitir aos jovens, noções de cidadania. E está nascendo o Projeto Lowton, visando transmitir-lhes conhecimentos filosóficos-maçônicos, seus direitos e obrigações perante a sociedade, tornando-os, num futuro bem próximo, pessoas capazes de exercer, em sua plenitude, a cidadania.

As Lojas precisam dar destaque a esse projeto, fazendo, sistematicamente, a adoção de Lowtons de todos os filhos de maçons nessa idade. Procedendo assim, estarão determinando o futuro da própria Loja. Entrosados, desde a tenra idade, com os princípios maçônicos, aprendendo a filosofia, o respeito recíproco e como se conduzirem perante as leis do país, exercitando plenamente os seus direitos. Iniciados na Ordem, esses jovens conhecendo melhor a Maçonaria não permitirão que os fatos desmotivadores e os problemas corriqueiros que hoje vivenciamos, tomem conta das suas Lojas. Assim poderemos, no futuro, ter uma Maçonaria consolidada, forte e dinâmica, em condições de marcar posição perante a sociedade como em épocas passadas.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Selos Maçônicos

O Dia do Maçom
Em junho de 1957, em Belém do Pára , realizou-se a V Mesa Redonda Da Maçonaria Simbólica Regular do Brasil. Neste conclave, sob a proposição da Grande Loja de Santa Catarina é instituido o DIA DO MAÇOM, sendo escolhido para a data o dia 20 de agosto, "in memorian" ao dia 20 de agosto de 1822, quando em reunião conjunta das Lojas "Comércio das Artes", "União e Tranqüilidade" e "Esperança de Niteroi", Gonçalves Ledo em um vibrante discurso, ter feito sentir a necessidade de ser proclamada a Indepência do Brasil.
Selos Maçônicos
A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos lançou no dia 20 de agosto de 2004, no saguão da Fundação de Desenvolvimento Cultural (Fundec), uma quadra de selos em homenagem à maçonaria e ao Dia do Maçom, com uma tiragem de 3.200.016 selos, com arte de João Guilherme. O lançamento foi feito em conjunto com o Conselho Maçônico de Sorocaba e Votorantim e o Club Philatelico Sorocabano, simultaneamente com o Senado Federal, em Brasília. Em comemoração ao evento também foram confeccionados envelopes e cartões postais oficiais.
Segundo Laelso Rodrigues, Grão-Mestre Geral do Grande Oriente do Brasil, os selos divulgam os mais relevantes princípios e fundamentos da maçonaria, como o de orientar no caminho da vida, animar e sustentar o homem em todas as dificuldades e adornar as ações, o caráter e o espírito do maçom.
A quadra que será lançada hoje é composta dos seguintes selos: o primeiro focaliza as colunas "Sabedoria, Força e Beleza". A Sabedoria, que orienta no caminho da vida, a Força, que anima e sustenta o homem em todas as dificuldades, e a Beleza que adorna as ações, o caráter e o espírito do maçom.
O segundo selo, "Desbastando a Pedra Bruta", representa o Emblema do Aprendiz, ao qual cabe a obrigação de desvencilhar-se dos defeitos e das paixões, para poder trabalhar na construção moral da humanidade, que é a verdadeira obra da maçonaria.
O terceiro focaliza a "Escada de Jacó", que simboliza a escala da hierarquia maçônica, na qual ascendem aqueles que pela fé e pelo esforço, tiverem conseguido transformar a pedra bruta em pedra polida, apta à construção da vida.
Por fim, o "Esquadro, o Nível e o Prumo" simbolizam as ferramentas utilizadas pelos maçons na construção da Ordem. O nível e o prumo se completam para mostrar que o maçom nivela todos os homens e cultua a retidão, não se deixando pender por interesses particulares, desvinculados dos princípios da igualdade.
"O valor do selo postal como veículo de divulgação cultural conduziu à prática da filatelia maçônica, por volta dos anos 50, fato que levou à fundação do Clube Filatélico Maçônico do Brasil, em 1972, seguido por outros, bem como à realização de inúmeras exposições filatélicas sobre esse importante tema, contribuindo imensuravelmente para a difusão dos princípios da maçonaria no mundo", lembra Laelso Rodrigues.


Selos Emitidos em alusão à Maçonaria


Em 06 de abril de 1988, por ocasião do sesquicentenário da morte de Jose Bonifácio de Andrada e Silva, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, lançou o selo e envelope abaixo, que foram desenhados pelo artista Ivan Wasth Rodrigues.
No edital n° 6 de 1988, consta a seguinte descrição sobre o selo:
O selo mostra a figura de José Bonifácio de Andrada e Silva, O Patriarca da Independência, com elementos que o identificam: o brasão de armas do Brasil independente, envolvido pela cruz da Ordem de Cristo, o martelete e o minério do mestre da mineralogia e, ainda, a faixa, o avental e o emblema maçônico para lembrar o Grão-Mestre de maçonaria. O artista fez o retrato a bico-de-pena e aquarela inspirando-se em uma gravura e uma litografia da época.

Selo emitido em 18 de julho de 1977, por ocasião da 50º da fundação das Grandes Lojas Brasileiras (Grande Loja da Bahia nº 1, fundada em 22.05.1927; Grande Loja do Rio de Janeiro nº 2, fundada em 24.06.1927; e Grande Loja do Estado de São Paulo nº 3, fundada em 15.07.1927), o desenho é do artista Julio P. Guimarães.



Selo emitido em 20 de agosto de 1992 (Dia Nacional do Maçom), em homenagem ao Grande Oriente do Brasil, o desenho é da artista Lucia T. V. Ramos. Do lado esquerdo esta o Esquadro e Compasso, símbolos universais da maçonaria. Do lado direito esta a maquete do Palácio Maçônico do Grande Oriente do Brasil (Brasília/DF.), que foi inaugurado em 04 de dezembro de 1992, ocasião em que era Grão-Mestre Geral o Irmão Jair Assis Ribeiro.


A Empresa Brasileira de Correios ECT, emitiu vários selos, carimbos e envelopes alusivos a maçonaria, como foi visto acima. Também emitiu selos sobre personalidades que foram maçons, dos quais o irmão Kurt Prober publicou o Catálogo dos Selos de Maçons Brasileiro em 1984, por ocasião do 1º Congresso Maçônico do Rio de Janeiro do GOERJ. Grande parte desta coleção foi anteriormente publicada no boletim O Aprendiz da Loja Duque de Caxias nº 70 de São Vicente - S.P.

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quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Profissões que não pegam ninguém

Decidir mudar um pouco meu bloog, hoje fugirá de assuntos míticos e passarei a postar um pouco de humor, o que não quer dizer que não postarei mais assuntos místicos e ocultos,


Profissões que não pegam ninguém



Em dúvida sobre qual carreira seguir? Então segue abaixo uma lista de 5 profissões que você não deve encarar nem morto se o objetivo for impressionar umas moças.

Enfermeiro
O cara não é médico, não tem autoridade pra receitar uma aspirina, não tem secretária e, entre várias outras atividades desabonadoras, é obrigado a fazer a higiene íntima de senhores com mais de 70 anos. Tudo por um salário que inviabiliza a compra à vista de ao menos um aspirador de pó.

Carteiro
Desde a adoção do amarelo como cor oficial dos táxis do Rio de Janeiro (1712) que é comprovado que homens vestidos dessa cor causam murchamento clitoriano e vontade aguda de sentar no sofá e assistir TV.

Caçador de tendências
Profissional dos mais comentados do momento, também conhecido como trend hunter ou cool hunter. O que determina a sua pouca atratividade para o sexo feminino é o seu evidente baitolismo. Para falar sobre sapatos ou música eletrônica a mulherada prefere o sempre seguro (e sexualmente decidido) amigo gay.

Baterista
Nada ajuda esse cara que fica lá na cozinha da banda. É que menos aparece (no palco e na mídia), geralmente é o mais feio e o seu ofício ainda o faz suar como um porco no cio, afastando ainda mais a mulherada. Existe também a história não comprovada de que bateristas provocam asma e transmitem esquistossomose.

Programador
Ninguém entende bem o que ele faz e mulheres que dão pra alguém por causa da profissão não estão minimamente interessadas em saber o que é ASP, PHP ou SQL (e mesmo que elas soubessem, não sentiriam a mínima vontade de arriscar um biriri-bororó com caras que decidiram fazer isso da vida).