A adoção de Lowtons é uma instituição Maçônica que embora não se possa precisar, exatamente, o seu início, é uma instituição muito antiga. Tem pelo menos mais de 250 anos.
Homens de destaque na história mundial, foram adotados, como George Washington que por isso foi iniciado na Maçonaria aos 20 anos.
Essa prática consiste em colocar o filho do Maçom, ainda na influência, sob a proteção e a orientação de uma Loja, que assume o compromisso de ampara-lo e prepará-lo para a vida adulta, dentro dos princípios morais, éticos e libertários da Maçonaria.
O trabalho das Lojas Maçônicas deve ser voltado às origens da cerimônia de Adoção de Lowtons, no seu significado da palavra Lowton e no alto conteúdo simbólico do ritual de adoção, mostra que essa prática tradicional tem que ser mantida e que as Lojas devem considerar a necessidade de orientação dos Lowtons.
As Lojas devem se preocupar em colocar em prática, ações que visem resgatar os valores humanos, que é um dever do Maçom consciente de seu papel social e não vegetativo. E a semente dessas ações é a adoção de Lowtons.
A adoção de um Lowton é a preparação do seu futuro de uma Loja. Pré-iniciados os jovens, que devidamente assistidos e cuidados, certamente serão os maçons de amanhã.
Mas o que é o Lowton, no Brasil e no resto do mundo?
Um LOWTON é um filho de Maçom com idade entre 7 e 17 anos, que a Loja Simbólica adota, simbolicamente, assumindo com ele a responsabilidade na eventual falta do pai.
Para proteger os jovens dos males da sociedade, esclarecendo-os e ajudando-os a serem os bons cidadãos do futuro, preparando-os para a maçonaria, para que não se quebre a cadeia de bem, os livrando da destruição do mal.
Até a alguns anos atrás, o Lowton era adotado pelas Lojas e pronto. A não ser nas cerimônias abertas ao público, que é permitida a presença de não maçons, ou então em congraçamentos e festividades, o menino raras vezes tomava contato com a Maçonaria.
Hoje dedicamos a esses meninos a continuação dos estudos, dedicando-lhes tempo para orientações cívicas e culturais.
Na certeza de que a Maçonaria deve ter um papel relevante junto à sociedade, podemos perfeitamente renová-la ao longo do tempo. Assim desencadeamos este projeto junto aos Lowtons, mostrando que é perfeitamente viável fazer-se alguma coisa em prol dos jovens, da própria Maçonaria e em longo prazo, do país.
Interessante foi que percebemos, após algumas reuniões, que o projeto poderia ser ampliado. Além das instruções poderíamos transmitir aos jovens, noções de cidadania. E está nascendo o Projeto Lowton, visando transmitir-lhes conhecimentos filosóficos-maçônicos, seus direitos e obrigações perante a sociedade, tornando-os, num futuro bem próximo, pessoas capazes de exercer, em sua plenitude, a cidadania.
As Lojas precisam dar destaque a esse projeto, fazendo, sistematicamente, a adoção de Lowtons de todos os filhos de maçons nessa idade. Procedendo assim, estarão determinando o futuro da própria Loja. Entrosados, desde a tenra idade, com os princípios maçônicos, aprendendo a filosofia, o respeito recíproco e como se conduzirem perante as leis do país, exercitando plenamente os seus direitos. Iniciados na Ordem, esses jovens conhecendo melhor a Maçonaria não permitirão que os fatos desmotivadores e os problemas corriqueiros que hoje vivenciamos, tomem conta das suas Lojas. Assim poderemos, no futuro, ter uma Maçonaria consolidada, forte e dinâmica, em condições de marcar posição perante a sociedade como em épocas passadas.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
LOWTONS
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Selos Maçônicos
| O Dia do Maçom | ||||
| Em junho de 1957, em Belém do Pára , realizou-se a V Mesa Redonda Da Maçonaria Simbólica Regular do Brasil. Neste conclave, sob a proposição da Grande Loja de Santa Catarina é instituido o DIA DO MAÇOM, sendo escolhido para a data o dia 20 de agosto, "in memorian" ao dia 20 de agosto de 1822, quando em reunião conjunta das Lojas "Comércio das Artes", "União e Tranqüilidade" e "Esperança de Niteroi", Gonçalves Ledo em um vibrante discurso, ter feito sentir a necessidade de ser proclamada a Indepência do Brasil. | ||||
| Selos Maçônicos | ||||
| A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos lançou no dia 20 de agosto de 2004, no saguão da Fundação de Desenvolvimento Cultural (Fundec), uma quadra de selos em homenagem à maçonaria e ao Dia do Maçom, com uma tiragem de 3.200.016 selos, com arte de João Guilherme. O lançamento foi feito em conjunto com o Conselho Maçônico de Sorocaba e Votorantim e o Club Philatelico Sorocabano, simultaneamente com o Senado Federal, em Brasília. Em comemoração ao evento também foram confeccionados envelopes e cartões postais oficiais. A quadra que será lançada hoje é composta dos seguintes selos: o primeiro focaliza as colunas "Sabedoria, Força e Beleza". A Sabedoria, que orienta no caminho da vida, a Força, que anima e sustenta o homem em todas as dificuldades, e a Beleza que adorna as ações, o caráter e o espírito do maçom. O segundo selo, "Desbastando a Pedra Bruta", representa o Emblema do Aprendiz, ao qual cabe a obrigação de desvencilhar-se dos defeitos e das paixões, para poder trabalhar na construção moral da humanidade, que é a verdadeira obra da maçonaria. O terceiro focaliza a "Escada de Jacó", que simboliza a escala da hierarquia maçônica, na qual ascendem aqueles que pela fé e pelo esforço, tiverem conseguido transformar a pedra bruta em pedra polida, apta à construção da vida. Por fim, o "Esquadro, o Nível e o Prumo" simbolizam as ferramentas utilizadas pelos maçons na construção da Ordem. O nível e o prumo se completam para mostrar que o maçom nivela todos os homens e cultua a retidão, não se deixando pender por interesses particulares, desvinculados dos princípios da igualdade. "O valor do selo postal como veículo de divulgação cultural conduziu à prática da filatelia maçônica, por volta dos anos 50, fato que levou à fundação do Clube Filatélico Maçônico do Brasil, em 1972, seguido por outros, bem como à realização de inúmeras exposições filatélicas sobre esse importante tema, contribuindo imensuravelmente para a difusão dos princípios da maçonaria no mundo", lembra Laelso Rodrigues. | ||||
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quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Profissões que não pegam ninguém
Profissões que não pegam ninguém

Em dúvida sobre qual carreira seguir? Então segue abaixo uma lista de 5 profissões que você não deve encarar nem morto se o objetivo for impressionar umas moças.
Enfermeiro
O cara não é médico, não tem autoridade pra receitar uma aspirina, não tem secretária e, entre várias outras atividades desabonadoras, é obrigado a fazer a higiene íntima de senhores com mais de 70 anos. Tudo por um salário que inviabiliza a compra à vista de ao menos um aspirador de pó.
Carteiro
Desde a adoção do amarelo como cor oficial dos táxis do Rio de Janeiro (1712) que é comprovado que homens vestidos dessa cor causam murchamento clitoriano e vontade aguda de sentar no sofá e assistir TV.
Caçador de tendências
Profissional dos mais comentados do momento, também conhecido como trend hunter ou cool hunter. O que determina a sua pouca atratividade para o sexo feminino é o seu evidente baitolismo. Para falar sobre sapatos ou música eletrônica a mulherada prefere o sempre seguro (e sexualmente decidido) amigo gay.
Baterista
Nada ajuda esse cara que fica lá na cozinha da banda. É que menos aparece (no palco e na mídia), geralmente é o mais feio e o seu ofício ainda o faz suar como um porco no cio, afastando ainda mais a mulherada. Existe também a história não comprovada de que bateristas provocam asma e transmitem esquistossomose.
Programador
Ninguém entende bem o que ele faz e mulheres que dão pra alguém por causa da profissão não estão minimamente interessadas em saber o que é ASP, PHP ou SQL (e mesmo que elas soubessem, não sentiriam a mínima vontade de arriscar um biriri-bororó com caras que decidiram fazer isso da vida).
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Hiram Abiff

Boa Tarde a Todos, hoje sexta-feira dia 24 de Outubro de 2008, amanhã sabado um dia muito importante para minha, dia em que se GADU permitir será a realização de um grande sonho minha Exaltação a Mestre Maçon da minha querida Loja Maçinica Vitoria Régia Nº33, por esse motivo que posto hoje um texto sobre HIRAN ABIFF,
Hiram Abiff é uma figura alegórica mencionada no ritual maçônico, que é figurado como mestre de construção do templo do Rei Salomão.
A Lenda de Hiram Abiff
A Lenda de Hirão-Abi, é um ritual do terceiro grau da maçonaria que surgiu em referência a construção do Templo de Salomão, quando o rei de Tiro, que também tinha o nome de Hirão, fez acordos comerciais com Salomão, enviando para a Terra Santa ouro, prata, madeira de cipreste e cedro, além de pedreiros e desse sábio artífice Hirão-Abi.
O mesmo era descendente de Dã por parte de mãe e filho de um homem fenício.
A lenda apresenta Hirão-Abi como salvador maçônico, e apregoa um rito de morte e ressurreição do seu salvador. Na lenda, Hirão-Abi é abordado três vezes para revelar o segredo de um Mestre Maçom, no projeto do Templo, senão perderá sua vida. Por duas vezes Hirão-Abi recusa com a frase: "Perco minha vida, mas não revelo os segredos", e por essa recusa é ferido. Na terceira vez, negando novamente os segredos a um terceiro enviado para obtê-los, Hirão-Abi é morto. No dia seguinte, Salomão envia um grupo para investigar e descobrir a respeito de Hirão-Abi. Quando Hirão-Abi é encontrado, ressuscita da sepultura.
Finalmente, então, meus irmãos, imitemos nosso Grande Mestre, Hirão-Abi, em sua conduta virtuosa, sua piedade genuína a Deus, em sua inflexível fidelidade ao que lhe está confiado, para que, como ele, possamos receber o severo tirano, a Morte, e recebê-lo como um gentil mensageiro enviado por nosso Supremo Grande Mestre, para nos transportar desta imperfeita para perfeita, gloriosa e celestial Loja lá em cima, em que o Supremo Arquiteto do Universo preside.[1]
Lynn Perkins escreve:
Portanto, a Maçonaria ensina que a redenção e salvação são ambos o poder e a responsabilidade do maçom individual. Salvadores como Hirão-Abi pode me mostram o caminho, mas os homens precisam sempre seguir e demonstrar, cada um por si, seu poder de salvar a si mesmos.[2]
Albert Mackey esclarece sobre o significado da Lenda de Hirão-Abi:
...ensinar a imortalidade da alma. Esse ainda é o principal propósito do terceiro grau da Maçonaria. Esse é o escopo e objetivo do seu ritual. O Mestre maçom representa o homem, quando jovem, quando adulto, quando velho, e a vida que passa como sombras efêmeras, porêm ressuscitado do túmulo da iniqüidade, e despertado para uma outra e melhor existência. Por sua lenda e por todo seu ritual, é implícito que fomos redimidos da morte do pecado (...) o Mestre Maçom representa um homem salvo do túmulo da iniqüidade, e ressuscitado para a fé da salvação.[3]
Fontes Bíblicas e a Lenda
O relato bíblico tece louvores à habilidade profissional de Hiram, contudo, por ocasião da consagração do Templo, não é mencionado.
Em torno desse personagem, criou-se a Lenda de Hiram Abiff, que o dá como tendo sido assassinado por três maus companheiros. Lenda é um relato fantasioso que parte de um fato verídico; Hiram o arquiteto existiu; a história dos Hebreus o refere; e ele foi assassinado por três contrutores porque ele era o único q sabia decifrar as escrituras do templo de Salomão, o que alguns tinha cobiça. Alguns autores referem que teria sido a Lenda criada para dar sustento político à casa real dos Stuart.
Ver :II Crônicas, 10; Reis I, 7:13.
Simbologia Maçônica
Todos os Graus do Rito Escocês Antigo e Aceito da Maçonaria contém uma parcela da Lenda de Hiram Abiff e um dos Landmarks determina que seja observada essa Lenda. Na realidade ela possui uma simbologia esotérica e toda liturgia iniciática maçônica a envolve.
O Assasinato
Os nomes dos três companheiros que assinaram a Hiram Abiff seriam Jubela, Jubelo e Jubelum; deram origem aos sinais (posturas) dos três primeiros Graus maçônicos, Na lenda de Hiram Abiff, surgem três "Assassinos", que feriram a morte o Mestre, através de golpes com instrumentos de trabalho, a régua, o esquadro e o maço. Todos os golpes contribuíram para essa morte e todos os produziram com excessivo dolo. Diz-se em maçonaria, "Assassino", aquele que "trai" os ideais maçônicos, pois "destrói" a vida espiritual.
Simbolismo da palavra Abiff
Trata-se de uma palavra composta das iniciais extraído de outras quatro palavras: Aleph, Beth, Iod e Vav, todas hebraicas. O interesse maçônico diz respeito a Hiram Abif. Significa "seu pai". É também, um título de respeito. O Rei de Tiro ao referir ao seu artífice chama-o de "meu pai Hiram". No Livro de Crônicas, é chamado de "Seu Pai, Hiram Abiff". O sobrenome resulta em seu título de honra: Hiram, o pai da construção do Grande Templo.