sexta-feira, 9 de maio de 2008

Meu Ser.

Esse Blog é uma forma de expressar algo que existe dentro de mim e tenho certeza que existe dentro de voce também...Não me prendo a regras, eu vivo....
Um poeta atual, presente, amante, amigo de verdade que visa promover o outro...
Luto contra tudo que aprisiona..
Estou de luto, por todas as vítimas de todas as violêncials...
luto por um país decente para todos.

Me envolvo facilmente com as pessoas... tenho grande interesse em levar as pessoas a minimizar as situações especiais que exigem decisões sensatas... não suporto ver alguém sofrendo...
Meu nome: pra que serve o nome? Pagar impostos? Ser chamado de vagabundo pelo presidente?
Minha vida não possui marcas, pois não as deixo ficar em mim...eu as mando para as cucuias...
Eu marco a vida de quem a mim se achega... tenho memória fotográfica...jamais esqueço um rosto...

Te digo outra coisa: leia minhas palavras e conhecerás o melhor de mim... O pior de mim, ninguém conhece... desconheço o mal...

QUEM VOCÊ GOSTARIA DE CONHECER? EU VIVO INTENSAMENTE TODOS OS MOMENTOS... VIVO COM PRAZER, VIVO COM DELEITE...CARP DIE ; QUEM SOU

quinta-feira, 8 de maio de 2008

NÃO PROCURE DEFEITOS NAS PESSOAS

Boa Tarde, Meu queridos Amigos , Familiares e IIr.'. de ordem.

Na postagem de hoje que alto titulei de "NÃOPROCURE DEFEITOS NAS PESSOAS, ENCONTRE QUALIDADES"

O melhor momento de sua vida é este, viva-o... Faça o melhor e com certeza e verás alguém
vivendo melhor se espelhando em você.


Ontem 07/05/08 falei ao telefone com um “desconhecido”, ele pensou ser eu um amigo dele...
Me chamou de amigo... agradeci o carinho e disse: que apreciaria muito tê-lo com amigo.
Trocamos umas palavras finalizamos dizendo: se todos nós fossemos amigos, as desigualdades não existiriam. Aqui em minas gerais muitos falam UAI.

Alguns sabem o significado,
outros não sabem e ainda fazem “piadinhas.”

U - UNIÃO
A – AMIZADE
I - IGUALDADE

Quando alguém lhe dizer “UAI”, está embutido nessa mensagem: “que ter contigo união... quero ter contigo amizade... quero ter contigo igualdade.” Que Deus abençoe você todos que respiram o mesmo ar. Paz e bem

quarta-feira, 7 de maio de 2008

A tigela de madeira

Como tenho ultimamente feito, deixo aqui hoje mais uma pequena história merecedora de reflexão. É mais uma das que recebi por correio electrónico e de que desconheço a autoria. Como habitualmente, o texto publicado é editado por mim. Hoje, a edição é significativa, já que lhe retiro todo o final, aparentemente feliz, em que os que erraram se arrependem, mudam de atitude e todos, a partir daí, vivem felizes para sempre. Para a reflexão que se pretende suscitar, é perfeitamente desnecessário. Como verão, é muito mais interessante parar na frase mais forte…

Um homem já de avançada idade e marcado pelo desgaste da vida foi viver com os seus filho, nora e neto, este de quatro anos de idade. A avançada idade do homem causava que as suas mãos fossem já muito trémulas, a sua visão cansada e limitada, os seus passos vacilantes.


Como é usual, a família comia reunida á mesa. Mas o tremor das mãos do avô e a sua dificuldade de visão tornavam-lhe difícil o manuseio dos talheres. Se o almoço eram ervilhas, elas caíam da colher para a toalha de mesa, a cadeira e o chão. Se bebia um pouco de leite, era certo e sabido que entornava parte dele. O filho e a nora depressa ficaram fartos de tanta confusão.


- Temos de fazer alguma coisa com o meu pai. Já não aguento mais tento leite entornado, tanto barulho de comer com a boca aberta, tanta comida espalhada pelo chão!


Então o filho e a nora decidiram colocar uma pequena mesa num canto da cozinha e que o velho passasse a ali fazer as suas refeições, enquanto o resto da família descansadamente comia, feliz e contente, na mesa de refeições.


Porque o idoso senhor já anteriormente quebrara um ou dois pratos, arranjaram-lhe uma tigela de madeira e passaram a pôr-lhe ali a comida.


E assim o velhote passou a comer ao canto da cozinha, de uma tigela de madeira. Por vezes, uma lágrima de desgosto e de humilhação humedecia o seu rosto. Mas ali continuava sozinho, procurando controlar o tremor das suas mãos o melhor que podia, pois, mesmo assim, sempre que deixava algo cair ao cão, ásperas palavras de censura lhe eram dirigidas.


O menino de 4 anos de idade assistia a tudo em silêncio. Como todas as crianças daquela idade, observava e aprendia.


Um dia, o pai da criança encontrou-o concentrado a manusear um pedaço de madeira e perguntou-lhe o que estava a fazer. Então o menino. Com um cândido sorriso próprio da idade, respondeu-lhe, orgulhoso do que aprendera e da decisão que tomara:


- Estou a fazer uma tigela, para tu e a mãe comerem quando eu crescer e vocês forem mais velhos…!



Diz o povo, na sua ancestral sabedoria: Filho és, pai serás, como fizeres, assim acharás.


O ritmo acelerado da vida actual torna, por vezes, algumas pessoas impacientes para com as limitações dos mais idosos. Muitas vezes, há a tentação de optar pelo mais fácil, de afastar, de esconder. Mas, para além do respeito, carinho e consideração que os nossos ascendentes nos devem merecer, não nos devemos esquecer que um dia seremos nós os limitados, os doentes, os fracos e que quem cuidará de nós serão aqueles que hoje crescem aprendendo com o nosso exemplo e que, em silêncio vêem, absorvem e – que ninguém tenha disso dúvidas! – guardam na sua memória os gestos e atitudes e opções que nos vêem executar, ter e fazer.


Honrar os nossos ascendentes, tratá-los com consideração, amor e carinho é um dever básico. Como filhos e como pais. Porque o melhor ensinamento que damos aos nossos filhos é o nosso exemplo.

Homenagem