Sabe aquela sensação esquisita de já ter passado por algo que você está vivenciando pela primeira vez? Conhecido por dejá vu, expressão francesa que ao pé da letra significa “já visto”, o fenômeno volta a assolar a música paraense.
A situação estranhamente familiar veio à memória nos últimos meses, devido ao tremendo sucesso da banda baiana Djavú (oh! ironia do destino), grupo baiano que tomou de assalto a mídia nacional ao adotar o melody em seu repertório e regravar canções de vários artistas do tecnobrega paraense.
Com apenas dez meses de carreira, a banda formada pelos cantores Geandson e Nadila e o DJ Juninho Portugal teve a música “Nave do Amor” incluída na trilha sonora da novela “Bela, A Feia”, é figurinha carimbada em programas de auditório como Geraldo Brasil, Gente da Gente e Domingo Legal, além de contar com uma intensa agenda de shows por todo o Brasil, com apresentações quase diárias. Tudo isso, segundo os bregueiros paraenses, à custa do sagrado suor do esforço alheio.
“Eles pegaram o nosso ritmo e as nossas músicas na moral e agora estão estourados no Brasil inteiro. Não nos deixaram nada: nem dinheiro, nem reconhecimento”, diz Gabi Amarantos, vocalista da Banda Tecno Show, uma das pioneiras do tecnomelody (vertente do tecnobrega) do Pará. A cantora está encabeçando uma espécie de cruzada na mídia pela valorização dos direitos dos artistas locais.
A ira dos músicos paraenses foi despertada no começo de 2009, quando a Djavú lançou no mercado o seu primeiro CD, chamado “Banda Djavú e DJ Juninho Portugal – O Furacão é Show”, acompanhado pouco tempo depois pelo lançamento do DVD de mesmo nome, no qual gravaram vários hits de artistas e bandas da cena local de melody e tecnobrega, sem a devida autorização dos músicos.
“Eles não pediram nada pra gente. Agora estamos na rua da amargura, enquanto os caras estão no bem bom. Não estou reclamando, porque eu tenho como sobreviver, mas isso não se faz”, diz Marlon Branco, compositor da música “Rubi”, em parceria com a banda Ravelly, estourada nas paradas de todo o Brasil na versão da Djavú.
De acordo com Marlon, outros artistas paraenses também foram lesados pela Djavú, como o compositor Ale Max, autor de “Me Libera”, sucesso na voz da cantora Letícia; a Banda Ravelly e ainda Vanda e Banda Fetiche.
Além do prejuízo financeiro, os bregueiros paraenses reclamam do não reconhecimento. A perda de status de criadores do gênero para o vizinho nordestino deixa receosa a cena local, que como todo movimento underground tem seu próprio código de conduta. E no tecnobrega, que nasceu da periferia de Belém até ganhar o mundo a duras penas, o ressentimento por não ser “considerado”, como se diz na gíria local, é, sim, uma grande coisa.
“Eles estão estourados, ganhando dinheiro e dizendo pra todo mundo que o ritmo é deles, que eles inventaram tudo. Estamos revoltados com essa história. Divulgar o ritmo é tudo que a gente sempre quis, mas não estão dando o crédito para quem inventou e faz acontecer o movimento tecnobrega”, afirma Gabi. (Diário do Pará)
fonte DIARIO DO PARÁ
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Divina Trindade
Alguns dias sem postar, resolvi escrever sobre a Divina Trintade, Quando se fala deste assunto, sempre existe uma curiosidade, pois se trata de algo dentro das escrituras sagradas que deixam muitas pessoas intrigadas.
Todos querem saber como três, pode ser um só.Após 3 anos aproximadamente fazendo parte da sociedade Maçonaria, comecei a estudar as escrituras sagradas.Após muitas pesquisas e leituras de bons livros sobre a Bíblia sagrada, iniciei minha jornada rumo ao conhecimento.
No final de 2008, tive o privilégio de ler um artigo de uma missionária Italiana, que faz sua missão na Colômbia em uma região muito pobre, alimentação e àgua quase não se encontra. Durante esta maravilhosa viagem de leitura tive a oportunidade de adiquir alguns conhecimentos sobre as escrituras. sobre a Divina Trindade, qual era o entendimento sobre esta questão tão controversa, o texto dizia-me que ela já estudou muito sobre tudo relacionado a bíblia, aproximadamente 50 anos, onde ela chega a conclusão, que as mesmas duvidas que os religiosos no mundo tem, ela também o tinha.
após a leitura, nao me contive e continuei a minha batalha em rumo ao conhecimento. Após muitos estudos entendi que o verdadeiro significado da Divina Trindade, estava contido em um contexto.Deus quando resolveu dar mais uma chance a humanidade de perdão dos pecados, ele manda seu filho para viver como homem comum e sofrer as dores na carne e assim termos esta oportunidade de perdão. Mas como Deus é único e não tendo filho, ele se desdobra e vem representando um filho seu, gerado pelo seu próprio Espirito Santo, no útero de MARIA, para viver e morrer por nós, porém senão ressucitasse, Lucifer teria vencido a batalha, mas quando Jesus Cristo ressussita ao Terceiro dia, ele volta ao próprio Deus nas Alturas e deixa o Espirito Santo, (Unção) para que quando arrependermos de nossos pecados recebamos a presença do Espirito Santo. Assim sendo DEUS como pai, o filho representado por JESUS CRISTO e o ESPIRITO SANTO de Deus, fazem juntos a Divina Trindade.
Todos querem saber como três, pode ser um só.Após 3 anos aproximadamente fazendo parte da sociedade Maçonaria, comecei a estudar as escrituras sagradas.Após muitas pesquisas e leituras de bons livros sobre a Bíblia sagrada, iniciei minha jornada rumo ao conhecimento.
No final de 2008, tive o privilégio de ler um artigo de uma missionária Italiana, que faz sua missão na Colômbia em uma região muito pobre, alimentação e àgua quase não se encontra. Durante esta maravilhosa viagem de leitura tive a oportunidade de adiquir alguns conhecimentos sobre as escrituras. sobre a Divina Trindade, qual era o entendimento sobre esta questão tão controversa, o texto dizia-me que ela já estudou muito sobre tudo relacionado a bíblia, aproximadamente 50 anos, onde ela chega a conclusão, que as mesmas duvidas que os religiosos no mundo tem, ela também o tinha.
após a leitura, nao me contive e continuei a minha batalha em rumo ao conhecimento. Após muitos estudos entendi que o verdadeiro significado da Divina Trindade, estava contido em um contexto.Deus quando resolveu dar mais uma chance a humanidade de perdão dos pecados, ele manda seu filho para viver como homem comum e sofrer as dores na carne e assim termos esta oportunidade de perdão. Mas como Deus é único e não tendo filho, ele se desdobra e vem representando um filho seu, gerado pelo seu próprio Espirito Santo, no útero de MARIA, para viver e morrer por nós, porém senão ressucitasse, Lucifer teria vencido a batalha, mas quando Jesus Cristo ressussita ao Terceiro dia, ele volta ao próprio Deus nas Alturas e deixa o Espirito Santo, (Unção) para que quando arrependermos de nossos pecados recebamos a presença do Espirito Santo. Assim sendo DEUS como pai, o filho representado por JESUS CRISTO e o ESPIRITO SANTO de Deus, fazem juntos a Divina Trindade.
O ESPIRITO SANTO, é a luz que nos guia através de JESUS CRISTOao todo poderoso DEUS.
Renan Monteiro Guimarães
M.'. M.'.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Quem são os Dalits?

POR UMA ÍNDIA REMIDA PELO SANGUE DE JESUS
A Novela Caminho das Índias, esta chegando ao fim, eu e com certeza milhores de brasileiros esperamos o seu desfeito.
uma das coisas que me chamaram a atenção na novela foi os Dalits, quem são eles? Os intocáveis da Índia?
Poucas pessoas no mundo tem experimentado um nível de abuso e pobreza como os 300 milhões de Dalits ou “intocáveis” da Índia. Por 3.000 anos eles tem vivido num ciclo de discrimação e desespero sem esperança de escape. Para os Dalits, dor e sofrimento são parte da vida. Eles estão presos a um sistema de castas que nega a eles adequada educação, água potável, empregos com decente pagamento e o direito à terra ou à casa própria. A cada duas horas Dalits são assaltados e duas casas de Dalits são queimadas. A cada dia, dois Dalits são assassinados. Discriminados e oprimidos, Dalits são freqüentemente vítimas de violentos crimes. Em 15 de Outubro no Estado de Haryana, cinco jovens Dalits foram linchados por uma multidão por tirarem a pele de uma vaca morta, da qual eles tinham legal direito para fazer. A Polícia, segundo consta, ficou parada sem nada fazer e permitiu que a violência continuasse. Em 1999, vinte e três trabalhadores agrícolas Dalits (incluindo mulheres e crianças) foram assassinados por seguranças particulares de um fazendeiro de alta-casta. O crime deles? Ouvir a um partido político local com considerações que ameaçavam o domínio do fazendeiro sobre Dalits locais como mão de obra barata. Embora leis contra a descriminação de castas tenham sido aprovadas, a discriminação continua e pouco é feito para processar os acusados. Em anos recentes, porém, tem havido um crescente desejo por liberdade entre os Dalits e castas baixas hindus. Líderes como Ram Raj tem vindo a frente exigindo justiça e liberdade da escravidão das castas e da perseguição. Um detalhada “Carta dos Direitos Humanos dos Dalits” foi redigida com apelos para a Comunidade Internacional e para a ONU, na esperança que isto colocaria um pressão possitiva sobre o Governo Indiano. Mas pouco tem mudado – até recentemente. Em Outubro de 2001, líderes Dalits se encontram com 740 líderes cristãos na Índia em uma histórica reunião. Pela graça de Deus, os líderes Dalits reconheceram que a verdadeira esperança e liberdade para seu povo não será encontrada numa revolução social, mas em uma nova crença. Eles concordaram em permitir que as pessoas sigam a Cristo, se estas pessoas decidirem por isso. Os líderes cristãos, em troca, se comprometeram ajudar esse movimento em massa, apesar dos riscos envolvidos. Originalmente, alguns anos atrás, o líder Dalit (especificamente Ram Raj e outros) tinham se encontrado com certos cristãos na Índia que tinham recusado aceitar este esmagador número de pessoas em suas igrejas. Desencorajado, os líderes Dalits, como o líder Dr. Ambedkar então se converteram ao Budismo. Pela graça de Deus, a porta está agora aberta para milhões experimentarem esperança e verdadeira liberdade através de nosso Senhor.Fatos sobre os Dalits: • A cada dia, três mulheres Dalits são estrupadas Jovem Dalit estrupada e queimada até a morte);• Crianças Dalits são freqüentemente forçadas a sentarem de costas nas suas salas de aula, ou mesmo fora da sala;• A cada hora, duas casas de Dalits são queimadas; • A maioria das pessoas das castas altas evitarão terem Dalits preparando a sua comida, por medo de se tornarem imundos;• A cada hora, dois Dalits são assaltados.• Em muitas partes da Índia, Dalits não são permitidos entrar nos templos e outros lugares religiosos;• 66% são analfabetos;• A taxa de mortalidade infantil é perto de 10%;• A 70% são negado o direito de adorarem em templos locais; • 57% das crianças Dalits abaixo da idade de quarto anos estão muito abaixo do peso;• 300 milhões de Dalits vivem em Índia;• 60 milhões de Dalits são explorados através do trabalho forçado;• A maioria dos Dalits são proibidos de beber da mesma água que os de castas mais altas.

300 milhões de Dalits estão escravizados e sem esperança debaixo do julgo do hinduísmo. Você pode fazer alguma coisa quando a isto! Comece orando!
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Ordem Dórica
Resolvi ronar a posta, vou tentar faze-la diariamente, muito obrigado e espero que gostem dos temas.Não resta dúvida de que o templo foi um dos legados mais importantes da arte grega ao Ocidente, devendo suas origens ser procuradas no megaron micênico - aposento, de morfologia bastante simples, apesar de ser a acomodação principal do governante - que nada mais era do que uma sala retangular, à qual se tinha acesso através de um pequeno pórtico (pronaos), e quatro colunas que sustentavam um teto parecido com o atual telhado de duas águas.
No princípio, esse foi o esquema que marcou os cânones da edificação grega e foi a partir do aperfeiçoamento dessa forma básica que se configurou o templo grego tal como o conhecemos hoje, sendo pelo tipo de coluna que se conhece essa arquitetura, nascida há 2.500 anos, e que continua a fascinar os estudiosos e a atrair turistas às colunas de Atenas.
Os primitivos templos gregos eram considerados morada dos deuses. Num aposento especial, voltado para leste, ficava a estátua da divindade. Havia um pórtico, que os gregos chamavam prónaos, e uma sala grande, chamada, por sua vez, náos. Alguns templos maiores eram rodeados por colunas. A náos, nesses templos, tinha também duas fileiras de colunas internas para auxiliar a sustentação do teto. No começo, os materiais utilizados eram o adobe - para as paredes - e a madeira - para as colunas. Depois, a partir do século VII a.C. (período arcaico), eles foram caindo em desuso, sendo substituídos pela pedra e pelo mármore. Essa inovação permitiu que fosse acrescentada uma nova fileira de colunas na parte externa (peristilo) da edificação, fazendo com que o templo obtivesse um ganho no que toca à monumentalidade. Surgiram então os primeiros estilos arquitetônicos. Inicialmente, duas ordens (ou estilos) arquitetônicos predominavam: a dórica (ao sul, nas costas do Peloponeso) e a jônica (a leste). Depois, bem mais tarde, apareceu mais uma, a ordem coríntia.
A ordem dórica foi a primeira e a mais simples das ordens arquitetônicas, sendo uma versão em pedra das peças de madeira. O estilo dórico vem em primeiro lugar por uma razão muito simples: o dórico foi um dos primeiros povos que dominaram a Grécia. Nessa ordem, a parte principal da coluna, ou fuste, repousa diretamente sobre o embasamento; o acabamento no alto da coluna, ou capitel, é extremamente simples; a parte que assenta sobre os capitéis, ou arquitrave, é larga, maciça, sem rebuscamentos.
No estilo dórico, as colunas têm sulcos de cima a baixo (caneluras), porque essa é a maneira mais fácil de se adornar um tronco de madeira. No topo, uma peça redonda (equino), para impedir a penetração de água das chuvas. Sobre o equino, uma peça plana (ábaco), para distribuir por igual o peso da arquitrave e, sobre esta, apoiadas, as pontas da vigas de madeira do teto, esculpidas com três sulcos (triglifo) e com peças decoradas ou simples para preencher os vão (métopas).
Finalmente, o beiral do teto (cornija), decorado com peças de cerâmica ao longo das extremidades (acrotério). O equino junto com o ábaco recebe o nome de capitel; os triglifos e métopas formam o friso; o friso e a cornija combinados constituem o entablamento.
As ordens arquitetônicas gregas dividem-seem três partes principais:
o entabalamento, a coluna e o embasamento
Os mais importantes templos da antiga Grécia foram os da ordem dórica. Esses templos eram em geral baixos e maciços. As grossas colunas que lhes davam sustentação não dispunham de base, e o fuste tinha forma acanelada. O capitel, muito simples, terminava numa moldura convexa a um entabalamento (sistema de cornijas) formado por uma arquitrave (parte inferior) e um friso de tríglifos (decoração acanelada) entreados por métopas.
Já no século V a.C. os gregos antecipavam uma prática que os romanos adotariam muito mais tarde onde as várias partes de uma ordem podiam ser usadas para construir templos de forma diferente da retangular, tradicional até então. Chegaram a fazer um templo circular chamado Tholos, na cidade de Delphos.
Os primeiros templos provavelmente tinham tetos de palha (sapé). Depois, os tetos passaram a ter a peça triangular achatada (pedimento) e puderam ser utilizadas telhas de cerâmica. O pedimento, ao lado do peristilo, é uma das características mais conhecidas do templo grego.
Na arquitetura grega, nada era arbitrário ou puramente decorativo e, em virtude do sistema padrão de medida, até os detalhes que normalmente têm dimensões fixa, como portas e janelas, variavam de proporção em harmonia com o conjunto. Foi no Partenon que essa harmonia atingiu seu mais alto grau, tornando-o uma das maiores obras de arte de todos os tempos.
Os templos de Poseidon (Netuno) e de Hera, em Paestum, na Itália, e os templos de Selinunte, na Sicília, além do Partenon, representam os monumentos melhor conservados da ordem dórica, e datam do século V a.C.. A sua mais notável característica é a curvatura das linhas, que dão aparência de retas, mas na realidade apresentam uma pequena curvatura, para eliminar a impressão de divergência das numerosas colunas. No templo de Asso a diminuição progressiva do diâmetro das colunas lhes dá quase a forma de um fuso, sendo uma das primeiras inclusões, num templo dórico, de um friso da ordem jônica.
Por quase quatro séculos - do século VI ao III a.C. - a ordem dórcia predominou na Grécia, Ásia Menor, Sicília e Itália meridional, criando belos monumentos. Depois de atingir seu ápice, no Partenon de Atenas, mais ou menos no terceiro século a ordem dórica começou a ser abandonada. Para sucedê-la, aparecia outra maravilha da arte grega: a ordem jônica, com características diferentes: colunas mais delgadas e mais graciosas, com ligeiro estriado, base tripla e um capitel em voluta. Apesar de sua base dórica, o Partenon reflete algo da sutileza da influência jônica.
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