segunda-feira, 19 de maio de 2008

Ordem Internacional das Filhas de Jó


1º Parte

A Ordem Internacional das Filhas de Jó foi criada no dia 20 de outubro de 1.920, pela Sra. Ethel T. Wead Mick, na cidade de Omaha, no Estado de Nebraska, Estados Unidos da América.
Foi organizada com o consentimento de J. B. Frademburg, Grão-Mestre da Grande Loja Maçônica de Nebrasca, Estados Unidos, da Senhora Anna J. Davis, a Grande Mãe da Ordem da Estrela do Oriente, de Nebrasca e James E. Bednar, o Grande Patrono.


UMA LIÇÃO DE AMOR

A Senhora Ethel, compreendendo a importância dos ensinamentos recebidos de sua mãe, de religião cristã, especialmente as lições de literatura e drama encontrados no Livro de Jó, decidiu dar parte do seu tempo e de seu talento, para tornar possível a todas as moças compartilharem desses raros privilégios que ela possuía.
Os arquivos oficiais revelam que muitas reuniões preliminares foram realizadas por alguns Mestres maçons interessados e membros da Estrela do Oriente durante os anos de 1918, 1919 e 1920, na casa e no escritório do Dr. William e Ethel Mick em Omaha, Nebraska.
Depois de diversos anos de estudos e considerações, com a participação de seu marido, Dr. William H. Mick, e outros colaboradores, ela fundou a Ordem Internacional das Filhas de Jó, em honra à memória de sua mãe, Sra. Elizabeth D. Wead.

O principal objetivo da Ordem, é reunir moças de 10 a 20 anos, que tenham parentesco ou relacionamento com Maçons, para aperfeiçoamento do seu caráter, através do desenvolvimento moral e espiritual, encontrado nos ensinamentos que destacam reverência a Deus e às Sagradas Escrituras, lealdade com a bandeira do País e às coisas que ela representa e amor para com os pais e familiares.
Os benefícios da organização são inenarráveis, não existe nada
mais adequado para uma moça que os belos ensinamentos escritos no livro de Jó e demonstrados em seus trabalhos ritualísticos, cerimônias, canções e leituras, oferecendo uma influência forte e inspiradora sobre todos que assistem a reunião de um Bethel.
O trabalho ritualístico da ordem é baseado no triângulo, nas três Filhas de Jó, no Livro Sagrado, na Educação e combina emblemáticas representações de antigas eras latinas e gregas.
O Livro de Jó é uma autêntica composição literária maçônica que define o seu personagem como pessoa dominada pela inocência, piedade, modéstia, retidão, honestidade, lealdade e compaixão pelos órfãos e viúvas. Essas virtudes são princípio
s fundamentais da Maçonaria. As Filhas de Jó receberam este nome por seguirem os ensinamentos extraídos desse livro.
Seus membros são reconhecidos pelo uso de túnicas brancas (hobbys), utilizados na época de Jó. O desenho das chaves gregas na borda das capas é branco e simboliza a fé em nossa forma de viver. É contínuo representando a vida eterna. As cores desta ordem são: branco, pureza e púrpura (roxo), significando realeza. Tem como lema:


“A virtude é uma qualidade que grandemente honra uma mulher”.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Ordem dos Templários



Criada em 1118, na cidade de Jerusalém, por cavaleiros de origem francesa, a Ordem dos Templários tornou-se, nos séculos seguintes, numa instituição de enorme poder político, militar e econômico. Inicialmente suas funções limitavam-se aos territórios cristãos conquistados na Terra Santa durante o movimento das Cruzadas. Nas décadas seguintes, a Ordem se beneficiou de inúmeras doações de terra na Europa que lhe permitiram estabelecer uma rede de influência em todo o continente.

Com a tomada de Jerusalém pela primeira cruzada e o surgimento de um reino cristão, nove cavaleiros que dela participaram, pediram autorização para permanecer na cidade e proteger os peregrinos que para lá se dirigiam. Passaram então a viver nos estábulos do antigo Templo de Salomão, em Jerusalém.

Estes cavaleiros fizeram voto de pobreza e de castidade. O seu símbolo passou a ser o de um cavalo montado por dois cavaleiros. Em decorrência do local de sua sede, do voto de pobreza e da fé em Cristo, surgiu o nome da Ordem: Os Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, ou simplesmente Cavaleiros Templários.

Segundo a lenda, nos primeiros nove anos de existência, eles se dedicaram a escavações feitas em sua sede. E nestas escavações, eles encontraram documentos e tesouros que os tornaram poderosos. Convém ressaltar que o Templo de Salomão era o local mais santo dos Judeus e era riquíssimo. Antes do segundo templo ser destruído pelos romanos, em represália a um levante judeu contra o poder de Roma, os sacerdotes teriam enterrado grande parte da riqueza como forma de evitar que fossem tomadas pelas legiões.

A história também diz que eles ficaram com a tutela do Santo Graal, o cálice onde foi coletado o sangue de Jesus Cristo na cruz, e o mesmo que foi usado na última ceia.

Graças ao empenho deles na defesa da Cristandade, ao heroísmo e à coragem demonstrados em inúmeras batalhas, e devido à absoluta conduta correta adotada, os locais que guardavam tornaram-se locais extremamente seguros e qualquer recinto protegido pela cruz da Ordem aparecia como se fora um oásis. Um lugar protegido pelo Senhor.

Era tal a confiança que despertavam que não tardou para que suas instalações se transformassem em estabelecimentos bancários, ainda que informais, fazendo deles entre os séculos XII e XIII, os principais fornecedores de crédito a quem os poderosos da época recorriam. Assim foi que se gerou a lenda da fortuna fabulosa do Tesouro dos Templários. Valentes até a temeridade e depositários de imensas fortunas, foram alvos da cobiça do Rei Felipe, o Belo, da França, que premido por necessidade de dinheiro, em conseqüência das incessantes guerras que movia aos seus vizinhos e temeroso do poderio dos Cavaleiros Templários, resolveu apoderar-se dos bens da Ordem.

Acusados de heresia perante a inquisição, os Templários foram denunciados por possuírem um esoterismo particular, sendo caluniados, espoliados e martirizados, retiraram-se para a Escócia, Inglaterra e Portugal, onde se juntaram à Maçonaria.

Hoje os Templários estão espalhados por todos os países onde dedicam suas atividades em prol do bem estar e moral da civilização e do progresso do ser humano de forma integral, como ajuda a orfanatos, amparo à velhice e às crianças desamparadas, oferecendo estímulo moral e material aos cientistas e estudiosos.

Sendo uma ordem ecumênica, não faz distinção de raça, credo, nacionalidade, religião e de estirpe. Respeitando as leis e as tradições de todos os povos nos países onde estendem suas atividades.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Pensamentos...

Para refletir


Antes de falar, escute. Antes de escrever, pense.


Antes de gastar, ganhe. Antes de julgar, espere.


Antes de rezar, perdoe. Antes de desistir, tente.


Na busca por mim, descobri a verdade.


Na busca pela verdade, descobri o amor.


Na busca pelo amor, descobri DEUS.


E em DEUS, tenho encontrado tudo.


Enquanto navega pela vida, não evite tempestade e águas bravas, apenas navegue .


Sempre lembre-se: mares calmos não fazem bons marinheiros.


O mais importante em qualquer jogo não é vencer, mais participar.


Da mesma forma, o mais importante na vida não é o triunfo, mais o empenho.


O essencial não é ter vencido, mas ter lutado bem.


Quando cometer um erro, não olhe para trás por muito tempo.


Analise as coisas e então olhe para adiante.


Erros são lições de sabedoria. O passado não pode ser mudado, mas o futuro ainda está em seu poder.


As pessoas esquecerão o que você disse.


As pessoas esquecerão o que você fez.


Mas elas nunca esquecerão como você as fez sentir.


A partir de hoje, trate a todos que encontrar como se fossem estar mortos à meia noite.


Ofereça a eles toda atenção, gentileza e compreensão de que você for capaz, e faça isso sem pensarem qualquer retribuição.


Sua vida nunca mais será a mesma novamente, tenha certeza disso.


HOJE É UM NOCO DIA!


MUITOS VÃO APROVEITAR ESTE DIA.


MUITOS VIVERÃO COMPLETAMENTE.


POR QUE NÃO VOCE?


Apenas reflita.


Oriximiná

Oriximiná é um município brasileiro do estado do Pará. Localiza-se a uma latitude 01º45'56" sul e a uma longitude 55º51'58" oeste, estando a uma altitude de 46 metros. Sua população estimada em 2004 era de 52 392 habitantes. O desbravamento, em 1877, foi feito pelo padre José Nicolino de Souza, nascido em Faro, onde fundou uma povoação, denominando-a Uruã-Tapera ou Mura-Tapera que, através da Lei nº 1.288, de 11 de dezembro de 1886, foi elevada à categoria de freguesia, com o nome de Santo Antonio do Uruã - Tapera, pelo Dr. Joaquim da Costa Barradas, presidente da Província do Pará e desembargador do Maranhão.O nome Oriximiná é de origem indígena, de procedência tupi, que significa “o macho da abelha”, o zangão. No entanto, Frei Protásio Frinckel, conhecedor da região e de seus diversos núcleos de habitantes primitivos, inclina-se pela derivação de Eruzu-M’Na. que significa “muitas Praias”.


Possui uma área de 107.603 km².


Fundação 13 de junho de 1877


História de Oriximiná


O desbravamento, em 1877, foi feito pelo padre José Nicolino de Souza, nascido em Faro, em terras firmes, localizadas à margem esquerda do rio Trombetas, onde fundou uma povoação, denominando-a Uruã - Tapera ou Mura - Tapera que, através da Lei nº 1.288, de 11 de dezembro de 1886, foi elevada à categoria de freguesia, com o nome de Santo Antonio do Uruã - Tapera, pelo Dr. Joaquim da Costa Barradas, presidente da Província do Pará e desembargador do Maranhão.

Em 9 de junho de 1894, no governo de Lauro Sodré, foi elevado à categoria de vila, já com o nome de Oriximiná, e instalado o Município, no dia 5 de dezembro do mesmo ano, sendo nomeado para prefeito o senhor Pedro Carlos de Oliveira.

Com a Lei nº 729, de 3 de abril de 1900, no governo de Paes de Carvalho, por motivos políticos. Oriximiná foi extinto. Seu território deveria ser dividido entre os Municípios de Faro e Óbidos, o que, na realidade, não aconteceu pelo fato de o município ficar anexado somente ao de Óbidos.

Com a extinção do Município e sua anexação a Óbidos, Oriximiná sofreu muito em seu desenvolvimento, até que, em 24 de dezembro de 1934, com a Lei nº 1.442, o Município reconquistou sua autonomia com um território menor do que aquele criado na época do governo Lauro Sodré.

O nome Oriximiná é de origem indígena, de procedência tupi, que significa “o macho da abelha”, o zangão. No entanto, Frei Protásio Frinckel, conhecedor da região e de seus diversos núcleos de habitantes primitivos, inclina-se pela derivação de Eruzu-M’Na. que significa “muitas Praias”.