quarta-feira, 14 de maio de 2008

Pensamentos...

Para refletir


Antes de falar, escute. Antes de escrever, pense.


Antes de gastar, ganhe. Antes de julgar, espere.


Antes de rezar, perdoe. Antes de desistir, tente.


Na busca por mim, descobri a verdade.


Na busca pela verdade, descobri o amor.


Na busca pelo amor, descobri DEUS.


E em DEUS, tenho encontrado tudo.


Enquanto navega pela vida, não evite tempestade e águas bravas, apenas navegue .


Sempre lembre-se: mares calmos não fazem bons marinheiros.


O mais importante em qualquer jogo não é vencer, mais participar.


Da mesma forma, o mais importante na vida não é o triunfo, mais o empenho.


O essencial não é ter vencido, mas ter lutado bem.


Quando cometer um erro, não olhe para trás por muito tempo.


Analise as coisas e então olhe para adiante.


Erros são lições de sabedoria. O passado não pode ser mudado, mas o futuro ainda está em seu poder.


As pessoas esquecerão o que você disse.


As pessoas esquecerão o que você fez.


Mas elas nunca esquecerão como você as fez sentir.


A partir de hoje, trate a todos que encontrar como se fossem estar mortos à meia noite.


Ofereça a eles toda atenção, gentileza e compreensão de que você for capaz, e faça isso sem pensarem qualquer retribuição.


Sua vida nunca mais será a mesma novamente, tenha certeza disso.


HOJE É UM NOCO DIA!


MUITOS VÃO APROVEITAR ESTE DIA.


MUITOS VIVERÃO COMPLETAMENTE.


POR QUE NÃO VOCE?


Apenas reflita.


Oriximiná

Oriximiná é um município brasileiro do estado do Pará. Localiza-se a uma latitude 01º45'56" sul e a uma longitude 55º51'58" oeste, estando a uma altitude de 46 metros. Sua população estimada em 2004 era de 52 392 habitantes. O desbravamento, em 1877, foi feito pelo padre José Nicolino de Souza, nascido em Faro, onde fundou uma povoação, denominando-a Uruã-Tapera ou Mura-Tapera que, através da Lei nº 1.288, de 11 de dezembro de 1886, foi elevada à categoria de freguesia, com o nome de Santo Antonio do Uruã - Tapera, pelo Dr. Joaquim da Costa Barradas, presidente da Província do Pará e desembargador do Maranhão.O nome Oriximiná é de origem indígena, de procedência tupi, que significa “o macho da abelha”, o zangão. No entanto, Frei Protásio Frinckel, conhecedor da região e de seus diversos núcleos de habitantes primitivos, inclina-se pela derivação de Eruzu-M’Na. que significa “muitas Praias”.


Possui uma área de 107.603 km².


Fundação 13 de junho de 1877


História de Oriximiná


O desbravamento, em 1877, foi feito pelo padre José Nicolino de Souza, nascido em Faro, em terras firmes, localizadas à margem esquerda do rio Trombetas, onde fundou uma povoação, denominando-a Uruã - Tapera ou Mura - Tapera que, através da Lei nº 1.288, de 11 de dezembro de 1886, foi elevada à categoria de freguesia, com o nome de Santo Antonio do Uruã - Tapera, pelo Dr. Joaquim da Costa Barradas, presidente da Província do Pará e desembargador do Maranhão.

Em 9 de junho de 1894, no governo de Lauro Sodré, foi elevado à categoria de vila, já com o nome de Oriximiná, e instalado o Município, no dia 5 de dezembro do mesmo ano, sendo nomeado para prefeito o senhor Pedro Carlos de Oliveira.

Com a Lei nº 729, de 3 de abril de 1900, no governo de Paes de Carvalho, por motivos políticos. Oriximiná foi extinto. Seu território deveria ser dividido entre os Municípios de Faro e Óbidos, o que, na realidade, não aconteceu pelo fato de o município ficar anexado somente ao de Óbidos.

Com a extinção do Município e sua anexação a Óbidos, Oriximiná sofreu muito em seu desenvolvimento, até que, em 24 de dezembro de 1934, com a Lei nº 1.442, o Município reconquistou sua autonomia com um território menor do que aquele criado na época do governo Lauro Sodré.

O nome Oriximiná é de origem indígena, de procedência tupi, que significa “o macho da abelha”, o zangão. No entanto, Frei Protásio Frinckel, conhecedor da região e de seus diversos núcleos de habitantes primitivos, inclina-se pela derivação de Eruzu-M’Na. que significa “muitas Praias”.



terça-feira, 13 de maio de 2008



O QUE É MAÇOM ??


- Mãe, explique a mim, com bastante clareza, o que é Maçom? Perguntou o filho a sua mãe.
Que cuidado te dá nisso, meu filho? Disse a mãe do garoto.
-Meu pai é Maçom, é justo que eu saiba!
A mãe, com grande ternura e afeto, passando-lhe as mãos puras pelos cabelos, fê-lo sentar-se ao seu lado e começou a narrar a bela e verdadeira descrição:
- Maçom, meu querido filho, é um homem instruído,homem de boa conduta, que não permite que nenhuma má paixão vibre em seu coração, que também não admite que em seu cérebro nasça sequer uma idéia de injustiça ou de maldade,que procura sempre a verdade e, por sua conduta ou honradez, se mostra um exemplo.
Em qualquer causa, atua como justo. Considera o lar, um Templo. É um estudioso que não se cansa de aprender, respeita todas opiniões. É contrário a todas opressões, ao humilde, dá a sua mão. Cumpre com os deveres do lar, conserva como virtude material, a caridade.
Abomina o mal,está sempre pronto para correr em defesa da virtude, ampara os velhos e dá conselho aos jovens. Perdoa toda ofensa e sua grande obra, é atingir a perfeição do homem, que despeito de todos os escrúpulos, ninguém isenta de defeitos.
De qualquer forma, meu filho , creio que defini a personalidade de um Maçom, porque, tracei-te o retrato de teu pai.
O menino, beijando sua mãe, agradecido, sussurrou-lhe no ouvido:

MÃE! TENHO ORGULHO DE MEU PAI!

Mães

Meio que atrsado mais....

História do Dia da Mães


As mais antigas celebrações do Dia da Mãe remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimônias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.
Durante o século XVII, a Inglaterra celebrava no 4º Domingo de Quaresma (40 dias antes da Páscoa) um dia chamado “Domingo da Mãe”, que pretendia homenagear todas as mães inglesas. Neste período, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe de casa e vivia com os patrões. No Domingo da Mãe, os servos tinham um dia de folga e eram encorajados a regressar a casa e passar esse dia com a sua mãe.


À medida que o Cristianismo se espalhou pela Europa passou a homenagear-se a “Igreja Mãe” – a força espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal. Ao longo dos tempos a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do Domingo da Mãe. As pessoas começaram a homenagear tanto as suas mães como a Igreja.

Nos Estados Unidos, a comemoração de um dia dedicado às mães foi sugerida pela primeira vez em 1872 por Julia Ward Howe e algumas apoiantes, que se uniram contra a crueldade da guerra e lutavam, principalmente, por um dia dedicado à paz.


A maioria das fontes é unânime acerca da idéia da criação de um Dia da Mãe. A idéia partiu de Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães. Três anos depois, a 10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na igreja de Grafton, reunindo praticamente família e amigos. Nessa ocasião, a sra. Jarvis enviou para a igreja 500 cravos brancos, que deviam ser usados por todos, e que simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos enviou mais de 10.000 cravos para a igreja de Grafton – encarnados para as mães ainda vivas e brancos para as já desaparecidas – e que são hoje considerados mundialmente com símbolos de pureza, força e resistência das mães.

Segundo Anna Jarvis seria objetivo deste dia tomarmos novas medidas para um pensamento mais activo sobre as nossas mães. Através de palavras, presentes, atos de afeto e de todas as maneiras possíveis deveríamos proporcionar-lhe prazer e trazer felicidade ao seu coração todos os dias, mantendo sempre na lembrança o Dia da Mãe.

Face à aceitação geral, a sra. Jarvis e os seus apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes, como ministros, homens de negócios e políticos com o intuito de estabelecer um Dia da Mãe a nível nacional, o que daria às mães o justo estatuto de suporte da família e da nação.

A campanha foi de tal forma bem sucedida que em 1911 era celebrado em praticamente todos os estados. Em 1914, o Presidente Woodrow Wilson declarou oficialmente e a nível nacional o 2º Domingo de Maio como o Dia da Mãe.

Hoje em dia, muitos de nós celebram o Dia da Mãe com pouco conhecimento de como tudo começou. No entanto, podemos identificar-nos com o respeito, o amor e a honra demonstrados por Anna Jarvis há 96 anos atrás.

Apesar de ter passado quase um século, o amor que foi oficialmente reconhecido em 1907 é o mesmo amor que é celebrado hoje e, à nossa maneira, podemos fazer deste um dia muito especial.

E é o que fazem praticamente todos os países, apesar de cada um escolher diferentes datas ao longo do ano para homenagear aquela que nos põe no mundo.

Em Portugal, até há alguns anos atrás, o dia da mãe era comemorado a 8 de Dezembro, mas atualmente o Dia da Mãe é no 1º Domingo de Maio, em homenagem a Maria, Mãe de Cristo

No Brasil a introdução desta data se deu no RIO GRANDE DO SUL, em 12 de maio de 1918, por iniciativa de EULA K. LONG, em SÃO PAULO, a primeira comemoração se deu em 1921.

A oficialização se deu por decreto no Governo Provisório de Getúlio Vargas, que em 5 de maio de 1932, assinou o decreto nº 21.366.

Em 1947, a data foi incluída no calendário oficial da Igreja Católica por determinação do Cardeal Arcebispo do Rio, Dom Jaime de Barros Câmara.

Fonte: Guia dos Curiosos (Marcelo Duarte) - Portugal

Dia das mães no mundo

2º domingo de maio – Estados Unidos, Brasil, Dinamarca, Finlândia, Japão, Turquia, Itália, Austrália e Bélgica

2º domingo de fevereiro – Noruega

2º domingo de outubro – Argentina

2º dia da primavera – Líbano

1º domingo de maio - Portugal

10 de maio – México

8 de dezembro – Espanha

Último domingo de maio – Suécia

4º domingo da Quaresma – Inglaterra