sexta-feira, 16 de maio de 2008

Ordem dos Templários



Criada em 1118, na cidade de Jerusalém, por cavaleiros de origem francesa, a Ordem dos Templários tornou-se, nos séculos seguintes, numa instituição de enorme poder político, militar e econômico. Inicialmente suas funções limitavam-se aos territórios cristãos conquistados na Terra Santa durante o movimento das Cruzadas. Nas décadas seguintes, a Ordem se beneficiou de inúmeras doações de terra na Europa que lhe permitiram estabelecer uma rede de influência em todo o continente.

Com a tomada de Jerusalém pela primeira cruzada e o surgimento de um reino cristão, nove cavaleiros que dela participaram, pediram autorização para permanecer na cidade e proteger os peregrinos que para lá se dirigiam. Passaram então a viver nos estábulos do antigo Templo de Salomão, em Jerusalém.

Estes cavaleiros fizeram voto de pobreza e de castidade. O seu símbolo passou a ser o de um cavalo montado por dois cavaleiros. Em decorrência do local de sua sede, do voto de pobreza e da fé em Cristo, surgiu o nome da Ordem: Os Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, ou simplesmente Cavaleiros Templários.

Segundo a lenda, nos primeiros nove anos de existência, eles se dedicaram a escavações feitas em sua sede. E nestas escavações, eles encontraram documentos e tesouros que os tornaram poderosos. Convém ressaltar que o Templo de Salomão era o local mais santo dos Judeus e era riquíssimo. Antes do segundo templo ser destruído pelos romanos, em represália a um levante judeu contra o poder de Roma, os sacerdotes teriam enterrado grande parte da riqueza como forma de evitar que fossem tomadas pelas legiões.

A história também diz que eles ficaram com a tutela do Santo Graal, o cálice onde foi coletado o sangue de Jesus Cristo na cruz, e o mesmo que foi usado na última ceia.

Graças ao empenho deles na defesa da Cristandade, ao heroísmo e à coragem demonstrados em inúmeras batalhas, e devido à absoluta conduta correta adotada, os locais que guardavam tornaram-se locais extremamente seguros e qualquer recinto protegido pela cruz da Ordem aparecia como se fora um oásis. Um lugar protegido pelo Senhor.

Era tal a confiança que despertavam que não tardou para que suas instalações se transformassem em estabelecimentos bancários, ainda que informais, fazendo deles entre os séculos XII e XIII, os principais fornecedores de crédito a quem os poderosos da época recorriam. Assim foi que se gerou a lenda da fortuna fabulosa do Tesouro dos Templários. Valentes até a temeridade e depositários de imensas fortunas, foram alvos da cobiça do Rei Felipe, o Belo, da França, que premido por necessidade de dinheiro, em conseqüência das incessantes guerras que movia aos seus vizinhos e temeroso do poderio dos Cavaleiros Templários, resolveu apoderar-se dos bens da Ordem.

Acusados de heresia perante a inquisição, os Templários foram denunciados por possuírem um esoterismo particular, sendo caluniados, espoliados e martirizados, retiraram-se para a Escócia, Inglaterra e Portugal, onde se juntaram à Maçonaria.

Hoje os Templários estão espalhados por todos os países onde dedicam suas atividades em prol do bem estar e moral da civilização e do progresso do ser humano de forma integral, como ajuda a orfanatos, amparo à velhice e às crianças desamparadas, oferecendo estímulo moral e material aos cientistas e estudiosos.

Sendo uma ordem ecumênica, não faz distinção de raça, credo, nacionalidade, religião e de estirpe. Respeitando as leis e as tradições de todos os povos nos países onde estendem suas atividades.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Pensamentos...

Para refletir


Antes de falar, escute. Antes de escrever, pense.


Antes de gastar, ganhe. Antes de julgar, espere.


Antes de rezar, perdoe. Antes de desistir, tente.


Na busca por mim, descobri a verdade.


Na busca pela verdade, descobri o amor.


Na busca pelo amor, descobri DEUS.


E em DEUS, tenho encontrado tudo.


Enquanto navega pela vida, não evite tempestade e águas bravas, apenas navegue .


Sempre lembre-se: mares calmos não fazem bons marinheiros.


O mais importante em qualquer jogo não é vencer, mais participar.


Da mesma forma, o mais importante na vida não é o triunfo, mais o empenho.


O essencial não é ter vencido, mas ter lutado bem.


Quando cometer um erro, não olhe para trás por muito tempo.


Analise as coisas e então olhe para adiante.


Erros são lições de sabedoria. O passado não pode ser mudado, mas o futuro ainda está em seu poder.


As pessoas esquecerão o que você disse.


As pessoas esquecerão o que você fez.


Mas elas nunca esquecerão como você as fez sentir.


A partir de hoje, trate a todos que encontrar como se fossem estar mortos à meia noite.


Ofereça a eles toda atenção, gentileza e compreensão de que você for capaz, e faça isso sem pensarem qualquer retribuição.


Sua vida nunca mais será a mesma novamente, tenha certeza disso.


HOJE É UM NOCO DIA!


MUITOS VÃO APROVEITAR ESTE DIA.


MUITOS VIVERÃO COMPLETAMENTE.


POR QUE NÃO VOCE?


Apenas reflita.


Oriximiná

Oriximiná é um município brasileiro do estado do Pará. Localiza-se a uma latitude 01º45'56" sul e a uma longitude 55º51'58" oeste, estando a uma altitude de 46 metros. Sua população estimada em 2004 era de 52 392 habitantes. O desbravamento, em 1877, foi feito pelo padre José Nicolino de Souza, nascido em Faro, onde fundou uma povoação, denominando-a Uruã-Tapera ou Mura-Tapera que, através da Lei nº 1.288, de 11 de dezembro de 1886, foi elevada à categoria de freguesia, com o nome de Santo Antonio do Uruã - Tapera, pelo Dr. Joaquim da Costa Barradas, presidente da Província do Pará e desembargador do Maranhão.O nome Oriximiná é de origem indígena, de procedência tupi, que significa “o macho da abelha”, o zangão. No entanto, Frei Protásio Frinckel, conhecedor da região e de seus diversos núcleos de habitantes primitivos, inclina-se pela derivação de Eruzu-M’Na. que significa “muitas Praias”.


Possui uma área de 107.603 km².


Fundação 13 de junho de 1877


História de Oriximiná


O desbravamento, em 1877, foi feito pelo padre José Nicolino de Souza, nascido em Faro, em terras firmes, localizadas à margem esquerda do rio Trombetas, onde fundou uma povoação, denominando-a Uruã - Tapera ou Mura - Tapera que, através da Lei nº 1.288, de 11 de dezembro de 1886, foi elevada à categoria de freguesia, com o nome de Santo Antonio do Uruã - Tapera, pelo Dr. Joaquim da Costa Barradas, presidente da Província do Pará e desembargador do Maranhão.

Em 9 de junho de 1894, no governo de Lauro Sodré, foi elevado à categoria de vila, já com o nome de Oriximiná, e instalado o Município, no dia 5 de dezembro do mesmo ano, sendo nomeado para prefeito o senhor Pedro Carlos de Oliveira.

Com a Lei nº 729, de 3 de abril de 1900, no governo de Paes de Carvalho, por motivos políticos. Oriximiná foi extinto. Seu território deveria ser dividido entre os Municípios de Faro e Óbidos, o que, na realidade, não aconteceu pelo fato de o município ficar anexado somente ao de Óbidos.

Com a extinção do Município e sua anexação a Óbidos, Oriximiná sofreu muito em seu desenvolvimento, até que, em 24 de dezembro de 1934, com a Lei nº 1.442, o Município reconquistou sua autonomia com um território menor do que aquele criado na época do governo Lauro Sodré.

O nome Oriximiná é de origem indígena, de procedência tupi, que significa “o macho da abelha”, o zangão. No entanto, Frei Protásio Frinckel, conhecedor da região e de seus diversos núcleos de habitantes primitivos, inclina-se pela derivação de Eruzu-M’Na. que significa “muitas Praias”.



terça-feira, 13 de maio de 2008



O QUE É MAÇOM ??


- Mãe, explique a mim, com bastante clareza, o que é Maçom? Perguntou o filho a sua mãe.
Que cuidado te dá nisso, meu filho? Disse a mãe do garoto.
-Meu pai é Maçom, é justo que eu saiba!
A mãe, com grande ternura e afeto, passando-lhe as mãos puras pelos cabelos, fê-lo sentar-se ao seu lado e começou a narrar a bela e verdadeira descrição:
- Maçom, meu querido filho, é um homem instruído,homem de boa conduta, que não permite que nenhuma má paixão vibre em seu coração, que também não admite que em seu cérebro nasça sequer uma idéia de injustiça ou de maldade,que procura sempre a verdade e, por sua conduta ou honradez, se mostra um exemplo.
Em qualquer causa, atua como justo. Considera o lar, um Templo. É um estudioso que não se cansa de aprender, respeita todas opiniões. É contrário a todas opressões, ao humilde, dá a sua mão. Cumpre com os deveres do lar, conserva como virtude material, a caridade.
Abomina o mal,está sempre pronto para correr em defesa da virtude, ampara os velhos e dá conselho aos jovens. Perdoa toda ofensa e sua grande obra, é atingir a perfeição do homem, que despeito de todos os escrúpulos, ninguém isenta de defeitos.
De qualquer forma, meu filho , creio que defini a personalidade de um Maçom, porque, tracei-te o retrato de teu pai.
O menino, beijando sua mãe, agradecido, sussurrou-lhe no ouvido:

MÃE! TENHO ORGULHO DE MEU PAI!